TÍTULO: Os Pássaros
TÍTULO ORIGINAL: The Birds
PAÍS/ANO: EUA/1963
DURAÇÃO: 119 min
GÊNERO: Suspense / Terror
DIREÇÃO: Alfred Hitchcock
ROTEIRO: Evan Hunter, baseado em estória de Daphne Du Maurier
Rod Taylor (Mitch Brenner)
Jessica Tandy (Lydia Brenner)
Suzanne Pleshette (Annie Hayworth)
Tippi Hedren (Melanie Daniels)
Veronica Cartwright (Cathy Brenner)
Ethel Griffies (Sra. Bundy)
Charles McGraw (Sebastian Sholes)
Ruth McDevitt (Sra. MacGruder)
Lonny Chapman (Deke Carter)
Doodles Weaver (Pescador)
Malcolm Atterbury (Deputado Al Malone)
domingo, 6 de setembro de 2009
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Hitchcock: Os Pássaros / 1963 |
sábado, 6 de dezembro de 2008
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O Homem que ri / EUA 1927 |

TÍTULO: O Homem que ri
TÍTULO ORIGINAL: The Man Who Laughs
PAÍS/ANO: EUA/1927
DURAÇÃO: 110 min
GÊNERO: Drama, Terror
DIREÇÃO: Paul Leni
ROTEIRO: J.Grubb Alexander/
Baseado no romance de Victor Hugo
OBS: P&B/Mudo
ELENCO:
Conrad Veidt - Gwynplaine
Mary Philbin - Dea
Julius Molnar Jr. - Gwynplaine (criança)
olga Baclanova - Duquesa Josiana
Brandon Hurst - Barkilphedro
Cesare Gravina - Ursus
Stuart Holmes - Lorde Dirry-Moir
Sam De Grasse - Rei James II

Qualquer semelhança não é mera coincidência!
sábado, 22 de novembro de 2008
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O Fantasma da Ópera / EUA 1925 |

TÍTULO: O Fantasma da Ópera
TÍTULO ORIGINAL: The Phantom of the Opera
PAÍS/ANO: EUA/1925
DURAÇÃO: 93 min.
GÊNERO: Terror, Drama
DIREÇÃO: Rupert Julian
ROTEIRO: Gaston Leroux, Elliott J. Clawson, Raymond L. Schrock
OBS: Mudo/P&B
ELENCO:
Lon Chaney,
Mary Philbin,
Norman Kerry,
Arthur Edmund Carewe,
Gibson Gowland,
John St. Polis,
Snitz Edwards,
Mary Fabian,
Virginia Pearson
Considerado por muitos como o primeiro grande filme de horror, e sem sombra de dúvidas, o melhor do período do cinema mudo. Esta é a versão do Fantasma da Ópera, estrelada por Lon Chaney, o Homem das Mil Faces. Chaney é Erik, o desfigurado e horrível fantasma que ameaça as pessoas nas catacumbas do Teatro da Ópera de Paris. Quando Erik se apaixona pela bela atriz (Mary Philbin), ele a seqüestra e a leva para o subsolo do teatro. Então, o destino lhe reserva um desfecho inesperado no confronto com o noivo de Mary (Norman Kerry) e a polícia.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
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Fausto / Alemanha 1926 |

TÍTULO: Fausto
TÍTULO ORIGINAL: Faust
PAÍS/ANO: Alemanha/1926
DURAÇÃO: 116 min.
GÊNERO: Terror, Fantasia
DIREÇÃO: F.W. Murnau
OBS: Mudo/P&B
ELENCO:
Emil Jannings
Gösta Ekman
Camilla Horn
Frida Richard
William Dieterle
Yvette Guilbert
Eric Barclay
Hanna Ralph
Werner Fuetterer

Fausto é o protagonista de uma popular lenda alemã de um pacto com o demônio, baseada no médico, mágico e alquimista alemão Dr. Johannes Georg Faust (1480-1540). O nome Fausto tem sido usado como base de diversos romances de ficção, o mais famoso deles do autor Goethe, produzido em duas partes, tendo sido escrito e reescrito ao longo de quase sessenta anos. A primeira parte - mais famosa - foi publicada em 1806 e a segunda, em 1832 - às vésperas da morte do autor.Considerado símbolo cultural da modernidade, Fausto é um poema de proporções épicas que relata a tragédia do Dr. Fausto, homem das ciências que, desiludido com o conhecimento de seu tempo, faz um pacto com o demônio Mefistófeles, que lhe enche com a energia satânica insufladora da paixão pela técnica e pelo progresso. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Fausto)
"Nos filmes de F.W. Murnau disponíveis em vídeo e em DVD no Brasil – Nosferatu, A Última Gargalhada, Tartufo, Fausto, Aurora e Tabu – apresenta-se o conflito entre natureza e civilização ou, mais precisamente, entre a busca pelo olhar inocente e o artificialismo que regula e que sustenta as relações dos homens em sociedade.
Tabu, último longa-metragem de Murnau (morto em acidente de carro, na semana anterior ao lançamento, aos 43 anos), co-dirigido por Robert J. Flaherty – e cuja produção, esmiuçada pelo documentário que acompanha a cópia em DVD da Magnus Opus, rompe com o sistema de estúdios vigente em Hollywood, o qual perdura inabalável até a década de 50 –, exemplifica com clareza as intenções do cineasta, posto que retrata a luta do jovem casal, em ilha paradisíaca no Taiti, contra a Lei que, de forma implacável, coloca-se entre eles. Assim, de um lado, há o amor – puro, virginal –, força transcendente pois verdadeira, já que se fundamenta nas emoções e nos sentimentos, de outro, existe o código que o reprime, uma vez que se baseia na ilusão, nos artifícios criados pela racionalidade humana para, através da interdição da mulher escolhida pelos deuses, manter a unidade cultural dos vários povoados dispersos pelas ilhas. É preciso reparar, de fato, que se trata de rito construído socialmente, embora naturalizado a fm de não o parecer, no qual a ira divina serve de justificativa para as regras elaboradas pela comunidade para controlar a si própria... "continue lendo.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
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Nosferatu / Alemanha 1922 |

TÍTULO: Nosferatu
TÍTULO ORIGINAL: Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens
PAÍS/ANO: Alemanha/1922
DURAÇÃO: 94 min
GÊNERO: Terror
DIREÇÃO: F.W. Murnau
ROTEIRO: Henrik Galeen
PRODUÇÃO: Enrico Dieckmann e Albin Grau
OBS: Mudo/P&B/Baseado na obra "Drácula" de Bram Stoker
ELENCO: Max Schreck (Conde Orlok / Nosferatu)
Greta Schröder (Ellen Hutter)
Karl Etlinger (Matrose)
John Gottowt (Professor Bulwer)
Ruth Landshoff (Lucy Westrenka)
Georg H. Schnell (Westrenka)
Gustav von Wangenheim (Thomas Hutter)
Gustav Botz (Dr. Sievers)
SINOPSE: Hutter (Gustav von Wangenheim), agente imobiliário, viaja até os Montes Cárpatos para vender um castelo no Mar Báltico cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck), que na verdade é um milenar vampiro que, buscando poder, se muda para Bremen, Alemanha, espalhando o terror na região. Curiosamente quem pode reverter esta situação é Ellen (Greta Schröder), a esposa de Hutter, pois Orlock está atraído por ela.
Por não pagar os direitos autorais da história, Murnau perdeu a causa para a esposa de Stoker, e dessa forma foi proibida a divulgação do filme. Esse processo resultou na apreensão e destruição da maioria das cópias. Mas como um vampiro não pode morrer, Nosferatu torna-se um caso clássico de pirataria, servindo para tornar a obra ainda mais rara e importante para os fãs do vampirismo. Hoje o filme pertence ao domínio público tendo tido uma versão atualizada de Werner Herzog chamada Nosferatu: Phantom der Nacht.
O filme se tornou um modelo para a posterior utilização de técnicas para a criação de ambientes insólitos. No filme desfilam pássaros sinistros, casas sombrias, grandes espaços vazios, atmosfera pesada, árvores fantasmagóricas que formam labirintos macabros (a aparência fantasmagórica das árvores foi conseguida graças a inteligência de Murnau, que mandou colar negativos no tronco das mesmas. A maior parte do filme foi rodado em externas na região dos altos Tatra, na antiga Tchecoslováquia e no mar Báltico, para obter, desde as primeiras imagens, o clima denso descrito pelo roteirista Bela Bálaz como um arrepiante sopro do Juízo Final".
E graças às técnicas perfeitas do cameraman Fritz Arno Wagner, Murnau conseguiu as posições e enquadramentos que tinha como objetivo, com o uso de alguns truques básicos como a carruagem que atravessa a floresta dos Cárpatos, num cenário envolto em névoa (que seria muito utilizado posteriormente como uma característica do vampirismo), com tomadas de cavalos assustados, lobos e aldeões inquietos como num pesadelo...
Filmagens quadro-a-quadro também são utilizadas no filme, como aquela cena em que a carruagem do vampiro atravessa uma estreita e vazia estrada cercada por ciprestes negros. No plano estético, podemos observar o uso do jogo de luz e sombras dos cenários, e a força das expressões faciais davam o tom carregado e depressivo, imortalizando cenas perfeitamente góticas. Como a maior parte dos filmes expressionistas, os olhos dos atores eram vivamente pintados, numa forma que nos causa arrepios.
Este filme se destaca dos outros, pois apresenta um vampiro angustiado com a própria existência (bem de acordo com a sociedade alemã da época). Enquanto para Drácula a eternidade era um objetivo a ser alcançado, para Nosferatu a impossibilidade da morte era como um fardo a ser carregado.
O conde Orlok (Nosferatu), interpretado pelo magnífico ator Max Schereck, se tornou o vampiro mais poderoso da história do cinema, pois o ator ao interpretar o vampiro idealizado por Stoker, formou uma das mais poderosas caracterizações do personagem.
A maldição do vampirismo é retratada de forma surpreendente por Murnau, mostrando o lado sombrio da vida, o lado que todos procuram evitar, isto é mostrado pelo próprio conde Orlok; toda angústia vivida pelo vampiro é completamente explorada ao longo do filme como uma redenção do próprio homem.
O filme apresenta cenas altamente depressivas, como o castelo vazio, procissões, pessoas enlouquecidas pelo surto de peste que Nosferatu havia trazido consigo. Ellen (correspondente a Mina, da novela de Stoker) pressente a chegada do navio de Nosferatu, enquanto observa o mar em um cemitério (!). Aliás, a cena mais antológica do filme, é quando chega a Bremen a bordo de seu navio macabro, trazendo consigo centenas de ratos e, como não poderia deixar de ser, a tripulação completamente morta.
Ele leva seu próprio caixão até sua nova residência, onde, como um garoto tímido, apenas fica rodeando a casa de Ellen, até conseguir a oportunidade certa para atacar. Outra cena antológica apresenta, no meio de uma praça, uma enorme mesa, onde homens, mulheres e ratos disputam a mesma comida: é, certamente, uma alusão clara à última ceia de Cristo. Nosferatu, destrói, em apenas uma cena, dois grandes inimigos de Drácula: a ciência e a igreja.
Porém o conde Drácula domina as mulheres, Nosferatu é dominado por elas. Tanto é, que, sua destruição é causada pelo amor de uma mulher que havia causado sua ressurreição ao amor. Ela se entrega a ele, mas não para seduzi-lo, e sim para destruí-lo, pois seria a única forma.
Ele, completamente envolvido por ela, suga tranquilamente seu sangue (simbolicamente, uma relação sexual) e não percebe a chegada do sol, mas um galo o avisa. É tarde, Nosferatu é completamente desintegrado pelos raios mortíferos de seu principal inimigo em frente a janela, numa das cenas mais emocionantes do cinema.
(www.bocadoinferno.com)













